quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Tolerância Zero



Sabe aqueles e-mails show de bola que seus amigos te mandam? Agora o Minilua compartilha com você leitor, os e-mails que recebemos. Você também pode participar, basta encaminhar o e-mail para: recebiporemail@ymail.com deixando o seu nome e cidade para os créditos.
Lembrando que não vale corrente, não deixe de participar!

Veja abaixo o e-mail desta semana enviado pela nossa leitora Grazy.

Tolerância Zero
1. Quando te vêem deitado, de olhos fechados, na sua cama, com a luz apagada e te perguntam:
- Você tá dormindo?
- Não, to treinando pra morrer!

2. Quando a gente leva um aparelho eletrônico para a manutenção e o técnico pergunta:
- Ta com defeito?
- Não, é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear.

3. Quando está chovendo e percebem que você vai encarar a chuva, perguntam:
- Vai sair nessa chuva?
- Não, vou sair na próxima.

4. Quando você acaba de levantar, aí vem um idiota (sempre) e pergunta:
- Acordou?
- Não. Sou sonâmbulo!

5. Seu amigo liga para sua casa e pergunta:
- Onde você está?
- No Pólo Norte! Um furacão levou a minha casa pra lá!

6. Você acaba de tomar banho e alguém pergunta:
- Você tomou banho?
- Não, mergulhei no vaso sanitário!

7. Você tá na frente do elevador da garagem do seu prédio e chega um que pergunta:
- Vai subir?
- Não, não, to esperando meu apartamento descer pra me pegar.

8. O homem chega à casa da namorada com um enorme buquê de flores. Até que ela diz:
- Flores?
- Não! São cenouras.

9. Você está no banheiro quando alguém bate na porta e pergunta:
- Tem gente?
- Não! É o cocô que está falando!

10. Você chega ao banco com um cheque e pede pra trocar:
- Em dinheiro??
- Não, me dá tudo em clipes!

VOCÊ SABE QUE ESTÁ FICANDO LOUCO NO SÉCULO XXI QUANDO:

1. Você envia e-mail ou MSN para conversar com a pessoa que trabalha na mesa ao lado da sua;

2. Você usa o celular na garagem de casa para pedir a alguém que o ajude a desembarcar as compras;

3. Esquecendo seu celular em casa (coisa que você não tinha há 10 anos), você fica apavorado e volta para buscá-lo;

4. Você levanta pela manhã e quase que liga o computador antes de tomar o café;

5. Você conhece o significado de naum, tbm, qdo, xau, msm, dps, Cc, Cco,…;

6. Você não sabe o preço de um envelope comum;

7. A maioria das piadas que você conhece, você recebeu por e-mail (e ainda por cima ri sozinho…);

8. Você fala o nome da firma onde trabalha quando atende ao telefone em sua própria casa (ou até mesmo o celular !!);

Você digita o ’0′ para telefonar de sua casa;

10. Você vai ao trabalho quando o dia ainda está clareando e volta para casa quando já escureceu de novo;

11. Quando seu computador para de funcionar, parece que foi seu coração que parou;

11. Você está lendo esta lista e está concordando com a cabeça e sorrindo;

12. Você está concordando tão interessado na leitura que nem reparou que a lista não tem o número 9;

13. Você retornou à lista para verificar se é verdade que falta o número 9 e nem viu que tem dois números 11;

14. E AGORA VOCÊ ESTÁ RINDO CONSIGO MESMO;

15. Você já está pensando para quem você vai enviar esta mensagem;

16. Provavelmente agora você vai clicar no botão ”Encaminhar”… É a vida…fazer o quê… foi o que eu fiz também…

Feliz modernidade!

MEC libera consulta a locais de prova para candidatos lesados no Enem

O Ministério da Educação (MEC) liberou na tarde desta quarta-feira, 8, a consulta aos locais onde serão aplicadas as provas do Enem para candidatos prejudicados por problemas de impressão em parte dos cadernos amarelos. O exame extra está marcado para o dia 15, às 13h (horário de Brasília).

O estudante deve acessar o site do Enem (http://sistemasenem2.inep.gov.br/localdeprova/), inserir CPF e senha. Segundo o MEC, pelo menos 2.817 pessoas terão direito à nova prova. Esses candidatos serão notificados até sexta-feira por e-mail, telefone e mensagem de texto (SMS).

Veja também:

- Perguntas e respostas frequentes sobre o Enem

Apenas os estudantes que receberam a prova amarela com falhas no sábado, 6 de novembro, não conseguiram trocá-la e tiveram o problema registrado em ata poderão refazer as 90 questões de ciências humanas e ciências da natureza.

Eles vão receber um novo cartão de confirmação de inscrição com o local onde será realizado o novo exame e uma declaração de comparecimento para justificar a eventual ausência em compromissos já agendados.

No dia 15, os alunos deverão chegar ao local da prova com uma hora de antecedência, portando documento de identidade com foto, o novo cartão de inscrição, que está disponível no site do Inep, e caneta esferográfica preta.

Funcionária admite que injetou vaselina


Camilla Haddad JORNAL DA TARDE - O Estado de S.Paulo
A auxiliar de enfermagem Kátia Araghaki, de 26 anos, admitiu ontem à polícia que foi ela quem aplicou vaselina líquida, em vez de soro fisiológico, na veia de Stephanie dos Santos Teixeira, de 12 anos, que morreu no sábado no Hospital São Luís Gonzaga.
Evelson de Freitas/AEIndiciada. Kátia Araghaki desmaiou durante depoimento
Em sua defesa, afirmou que foi induzida ao erro, não somente porque os frascos eram iguais, mas também porque não é comum haver vaselina líquida naquele setor do hospital. Ela foi indiciada por homicídio culposo (sem intenção de matar).
Além disso, afirmou que na noite de sexta-feira, anterior ao dia em que atendeu Stephanie, teria visto uma criança com queimaduras sendo socorrida naquele local, que pode ter sido tratada com vaselina.
Kátia chegou ao 73.º Distrito Policial, no Jaçanã, zona norte, por volta das 14h30. Passou pelos jornalistas que a aguardavam na frente do DP de mãos dadas com seus dois advogados. Durante o depoimento, ela desmaiou e interrompeu sua fala duas vezes, após crises nervosas.
Um de seus advogados, Roberto Gama, relatou que, segundo Kátia, os frascos de soro e vaselina estavam guardados juntos, no mesmo armário. "Ela aplicou a substância numa total inconsciência. O recipiente não dispunha de elemento esclarecedor e até a diagramação da etiqueta era imperceptível."
Para Gama, era "impossível" perceber alguma diferença, até porque Kátia disse que não havia vaselina ali. "Por isso qualquer pessoa enfiaria a mão e pegaria, sabendo que ali só tinha soro."
Erro. Para o delegado assistente do 73.º DP, Antonio Corsi, o maior erro de Kátia foi não ter lido o frasco. "Ela disse que leu em um pote "hidratação" e no outro passou a vista."
A auxiliar de enfermagem, que trabalha no hospital há 14 meses, vai responder em liberdade. Se condenada, poderá pegar de um a três anos de prisão.
Além dela, outros três funcionários foram ouvidos ontem: dois médicos e um enfermeiro. Até amanhã, serão outros 12.
A Santa Casa vai trocar os rótulos de soro por etiquetas coloridas para facilitar a identificação no dia 13.




Professor é morto a facadas por aluno insatisfeito com notas em MG


Ricardo Valota, do estadão.com.br

SÃO PAULO - O professor de Educação Física, Kássio Vinícius Castro Gomes, de 39 anos, foi morto a facadas, no início da noite de terça-feira, 8, por um de seus alunos no interior do campus do Instituto Metodista Izabela Hendrix localizado na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte(MG).

O crime ocorreu na entrada da instituição, próximo à secretaria. Atingido no peito e no pescoço, o professor acabou morrendo no local. O suspeito pelo crime, que continua foragido, seria Hamilton Loyola, que está no 5º período do curso de Educação Física. O irmão de Loyola disse à polícia que o rapaz é usuário de drogas.

Acredita-se que o motivo do crime seja a insatisfação do aluno com as notas recebidas de Castro. Ainda de acordo com as testemunhas, o suspeito teria fugido em uma moto após o crime, deixando a faca caída próxima à vítima. A instituição vai entregar à polícia as eventuais imagens do crime gravadas pelas câmeras de segurança.

Segue abaixo a nota divulgada pelo Instituto:

" O Instituto Metodista Izabela Hendrix lamenta a tragédia ocorrida nesta terça-feira (dia 7) no seu campus Praça da Liberdade, que resultou na morte do professor Kassio Vinicius Castro Gomes. Estamos certos de que esse foi um episódio isolado, sendo uma instituição confessional e centenária, onde o ambiente sempre foi marcado pela harmonia, a paz e a fraternidade. Por uma questão de filosofia educacional, a instituição mantém livre o acesso aos espaços universitários. Conta com uma equipe com 52 vigilantes e 53 câmeras de circuito interno de TV, com vistas a oferecer segurança aos seus alunos, professores e demais funcionários. A instituição se mobilizou imediatamente, inclusive com sua Pastoral Universitária, para apoiar família, amigos e a comunidade acadêmica. Informa também que está colaborando com as autoridades policiais nas investigações sobre o ocorrido. Neste momento, o Instituto Metodista Izabela Hendrix solidariza-se com a família, sentindo-se também enlutado pela perda de um de seus valiosos professores."

Band exibe "Cavaleiros do Zodíaco" saga de Hades


A partir desta segunda, a Band exibe pela primeira vez na TV aberta a "Saga de Hades", a sequência inédita do anime mais famoso da TV: Os Cavaleiros do Zodíaco.

Após passar 243 anos aprisionado junto com seu exército, Hades, o senhor das trevas, consegue romper o selo que o mantinha preso, dando início à mais temida das guerras santas.

Dividido em três fases, os primeiros episódios da "Saga de Hades" são chamados de "Santuário" e contam sua libertação. Hades consegue reviver alguns cavaleiros de Atena, que lhe juram lealdade, e inicia a guerra santa pelos quatro cantos do mundo.

A segunda fase é chamada "Inferno" e conta jornada de Atena junto com os cavaleiros até o mundo dos mortos, onde vão enfrentar Hades.

Por fim, a saga termina na fase "Elíseos", em que os cavaleiros vão a Campos Elíseos libertar Atena de Thanathos, o deus da morte, e Hypnos, o deus do sono, colocando assim um fim à guerra contra o senhor das trevas.

Os Cavaleiros do Zodíaco vai ao ar no programa Band Kids de segunda a sexta, às 08h, pela Band!

1.O papel da família na educação


O conceito de família nem sempre foi o mesmo, sofreu alterações de acordo com o evoluir dos tempos.

No Antigo Regime, não existia os termos criança ou adolescente, a criança não tinha infância, era considerada um "adulto jovem". A este propósito, Philippe Ariés (1988: 10-11) refere que:

"passava-se directamente de criança muito pequena a adulto jovem, sem passar pelas várias etapas da juventude de que eram talvez conhecidas antes da Idade Média e que se tornavam o aspecto essencial das sociedades evoluídas dos dias de hoje".
A educação da criança não era assegurada pela família. Cedo as crianças se envolviam com os adultos em actos sociais tradicionais, de ajuda aos pais, nos labores habitacionais no caso das meninas e nos meninos na conservação dos bens e negócios familiares. Era deste modo que adquiriam conhecimentos e valores essenciais à sua formação.
A família não demonstrava afectividade, embora o amor fosse um sentimento presente. A afectuosidade registava-se nas pessoas próximas às crianças tais como as amas, os serventes, os vizinhos, etc. (Ibidem.).
Na época do Estado Novo, à esposa era-lhe incumbida a responsabilidade pela educação dos filhos, auferindo dependência económica quase total do marido. Aliás " o pai surge como o único angariador de sustento familiar (…) se ele desaparece, não há dinheiro para comprar o necessário" (1989: 359-360). Com as alterações sociais pós 25 de Abril, a família sofreu grandes transformações, que já tinham sido encetadas noutros países já democratizados. Diminuiu o número de filhos por casal, o casamento tornou-se mais instável com um número crescente de divórcios, aumentando as famílias monoparentais e reconstruídas, as mulheres passaram a ter uma actividade profissional, estudarem até mais tarde, auferindo de independência económica e relegando muitas vezes a maternidade para segundo plano.
Hoje, em família abordam-se temas que eram impensáveis no passado. Os pais já não são os senhores absolutos da lei e da ordem, nem os únicos cuidadores dos bens da família. Por seu turno, as mães não são unicamente as protectoras do lar e zeladoras da educação e formação dos filhos.

O Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI (1996:95) reforça que:
"a família constitui o primeiro lugar de toda e qualquer educação e assegura, por isso, a ligação entre o afectivo e o cognitivo, assim como a transmissão dos valores e normas".
Todavia, devido às exigências actuais, os pais cedo colocam os filhos em amas, creches ou infantários. Chegam a casa exaustos de um dia de trabalho, têm ainda as lides domésticas ou trazem trabalho para casa. A criança é colocada sozinha a ver televisão ou a brincar sem um adulto que lhe dê atenção. A relação familiar centra-se prioritariamente nas necessidades físicas da criança, ou seja, na alimentação, na higiene, no descanso, …
Desde criança que as novas tecnologias imediatamente as seduzem e permitem a aquisição de novos saberes. O seu conhecimento vai progredindo através das informações que recebe do meio onde se insere, do meio familiar, do grupo de pares, da escola, dos meios audiovisuais, …
Enquanto jovens, o lazer e o convívio com os colegas tem uma importância primordial no seu processo de socialização e formação. Machado Pais (1993) refere que as culturas juvenis são fortemente viradas para o lazer, de certa forma em oposição ao saber tradicional da escola e da família, que privilegia a ordem e a certeza, o ensino e a transmissão de conhecimentos e experiências entre pares.
Embora haja uma certa continuidade na transmissão de valores de pais para filhos, a verdade é que os jovens de hoje adquirem a sua identidade não só dentro, mas também fora da família, através de discursos variados que a escola e a família poderão ou não integrar. Todavia, a família não se pode demitir do seu papel e atribuir responsabilidades aos outros agentes educativos na formação dos seus descendentes.

Para Unesco, Brasil paga pouco a professor



ANTÔNIO GOIS
da Folha de S.Paulo, do Rio

O salário médio do professor brasileiro em início de carreira é o terceiro mais baixo em um total de 38 países desenvolvidos e em desenvolvimento comparados em um estudo da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) divulgado no sábado em Paris.

Segundo o estudo, apenas Peru e Indonésia pagam salários menores a seus professores no ensino primário -que equivale a 1ª à 6ª série do ensino fundamental- do que o Brasil. O salário anual médio de um professor na Indonésia é US$ 1.624. No Peru, esse valor chega a US$ 4.752. No Brasil é de US$ 4.818. O valor no Brasil é metade do encontrado nos vizinhos Uruguai (US$ 9.842) e Argentina (US$ 9.857) e muito abaixo da média dos países desenvolvidos, onde o maior salário nesse nível de ensino foi encontrado na Suíça (US$ 33.209).

O resultado do Brasil melhora um pouco quando se compara os salários no topo da escala de professores do ensino médio. Nesse nível de ensino, há sete países que pagam salários mais baixos do que o Brasil, em um total de 38.

Para chegar a esses valores, a Unesco usou 99 como ano para comparação. Os valores em dólares foram calculados considerando o PPP (sigla em inglês para poder de paridade de compra). Esse indicador leva em conta o custo de vida em cada país. Por isso, o salário em dólar de um professor, segundo o estudo, não pode simplesmente ser convertido para real com base na cotação oficial.

"A formação dos educadores é praticamente feita por eles mesmos. Quem ganha tem de assumir até três empregos e não pode se dedicar. Há relação direta entre salário do professor e desempenho dos alunos", diz Juçara Dutra Vieira, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação. Em São Paulo, o acúmulo de aulas em escolas públicas chega a 64 aulas semanais.

Os autores do estudo citam como um problema comum em quase todos os países o aumento da relação de alunos/professor em sala de aula. Esse e outros fatores, segundo a Unesco, contribuem para a decadência das condições de trabalho e desencorajam novos professores.

Segundo a Unesco, o estudo deixa claro que em países em que as condições de trabalho dos professores são boas, a qualidade da educação tende a ser melhor.

No caso da relação de alunos/ professor, o estudo citou também dados de países muito pobres. Em alguns deles, como Congo, Moçambique e Senegal, a relação chega a 70 alunos/professor.

Na comparação entre nações desenvolvidas e em desenvolvimento - o que deixa de fora a maioria dos países da África e os mais pobres da Ásia -o Brasil também tem um resultado muito inferior à média das demais.
De um total de 43 países onde foi possível comparar o indicador, o Brasil apresentou a sexta maior média de alunos/professor no ensino primário: 28,9.

No ensino médio, o Brasil tem a maior relação (38,6) na comparação com 33 nações desenvolvidas e em desenvolvimento.

O número total de países comparados varia conforme o indicador porque alguns deles não têm estatísticas para comparação.

Segundo o diretor do Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério), Ulysses Cidade Semeghini, o MEC tem tentado fazer com que seja adotado um aumento efetivo nos salários.

O fundo redistribui recursos a Estados e municípios de acordo com o número matrículas. Por lei, 60% da verba deve ser gasta com remuneração de professores.

De acordo com o Fundef, de 98 a 2000, o salário médio nacional aumentou 30% (no Nordeste, 60%). "Os salários sem dúvida são baixos. É uma lástima. Mas houve uma melhora significativa", disse o diretor do fundo.