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sábado, 2 de junho de 2012

O Mundo de Sofia

 

Sofies verden
O Mundo de Sofia
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Capa de edição portuguesa
Autor (es) Jostein Gaarder
Título em Portugal O Mundo de Sofia - Uma aventura na filosofia
Título no Brasil O Mundo de Sofia - Romance da história da filosofia
País Predefinição:BA
Género romance, filosofia
Editora Aschehoug forlag
Lançamento 2010
Páginas 541
ISBN 82-03-16841-8
Edição portuguesa
Tradução Catarina Belo
Revisão Helena Johasen, Luísa Ringstad
Editora Presença
Lançamento 2011
Páginas 461
ISBN 972-23-1949-3
Edição brasileira
Editora Cia. das Letras
Lançamento 2011
Páginas 560
ISBN 8571644756

O Mundo de Sofia (Sofies verden em norueguês) é um romance escrito por Jostein Gaarder, publicado em 1991. O livro foi escrito originalmente em norueguês, mas já foi traduzido para mais de 50 línguas, teve sua primeira edição em português em 1995, que atualmente se encontra em sua 70ª reimpressão. Somente na Alemanha foram vendidos 3 milhões de cópias.

O livro funciona tanto como romance, como um guia básico de filosofia. Também tem temas conservacionistas e a favor da ONU. Em 1999, foi adaptada para um filme norueguês; entretanto, não foi largamente publicado fora da Noruega. Esse filme também foi apresentado como uma minissérie na Austrália, se não em outros lugares. Também foi adaptado para jogo de PC pela Learn Technologies em 1998. Recentemente, em 2008 essa versão cinematográfica do livro foi lançado no Brasil oficialmente em DVD.

Sinopse

Às vésperas de seu aniversário de quinze anos, Sofia Amundsen começa a receber bilhetes e cartões postais bastante estranhos. Os bilhetes são anônimos e perguntam a Sofia quem é ela e de onde vem o mundo em que vivemos. Os postais foram mandados do Líbano, por um major desconhecido, para alguém chamada Hilde Knag, jovem que Sofia igualmente desconhece.

O mistério dos bilhetes e dos postais é o ponto de partida deste fascinante romance, que vem conquistando milhões de leitores em todos os países em que foi lançado. De capítulo em capítulo, de "lição" em "lição", o leitor é convidado a trilhar toda a história da filosofia ocidental - dos pré-socráticos aos pós-modernos -, ao mesmo tempo em que se vê envolvido por um intrigante thriller que toma um rumo surpreendente.

Trama

Sofia Amundsen (Sofie Amundsen, na versão norueguesa) é uma garota de quatorze anos que vive na Noruega em 1990. Ela mora com sua mãe, o seu gato Sherekan, seu peixe-dourado e uma tartaruga. O seu pai é capitão de um navio petroleiro e fica fora a maior parte do ano. Ele não aparece no livro.

A vida de Sofia é chacoalhada no começo do livro, quando ela recebe duas mensagens anônimas pela caixa de correio. Uma das mensagens era com a pergunta "Quem é você?" e a outra questionava "De onde vem o mundo?" Ela recebe também um cartão postal endereçado à "Hilde Møller Knag a/c Sofia Amundsen". A partir de então, ela passa a receber gradativamente um curso de filosofia por correspondência.

Através dessas comunicações misteriosas, Sofia se torna aluna de um filósofo, Alberto Knox, de cinqüenta anos. No começo ele é totalmente anônimo, mas conforme a história se desenrola ele revela cada vez mais sobre si. É ele quem escreve os papéis e os pacotes, mas não os cartões postais que endereçados de alguém chamado Albert Knag, um major de uma unidade das forças de manutenção da paz da ONU no Líbano.

Alberto ensina à Sofia sobre a história da filosofia. Ele revisa de uma forma que fosse de fácil compreensão o que é de mais importante desde os Pré-socráticos passando por Jean-Paul Sartre. Ao longo das lições filosóficas, Sofia e Alberto tentam lograr o misterioso Albert Knag. Albert aparenta ter poderes equiparados aos de Deus, deixando Alberto irritado.

Sofia aprende filosofia medieval em uma igreja gótica com Alberto vestido como monge e aprende sobre Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir em um café francês. Várias questões filosóficas e métodos de raciocínio são postos diante de Sofia, enquanto ela se esforça para resolve-los a sua maneira. Muitos dos pacotes filosóficos de Alberto são precedidos de perguntas diretas como "Por que o Lego é o brinquedo mais inteligente do mundo?"

Misturado às lições filosóficas, há um enredo normal semelhante a um romance para adolescentes, no qual Sofia interage com sua mãe e suas amigas. Albert Knag continua a interferir na vida de Sofia e Alberto a ajuda a lutar contra isso ensinando a ela tudo o que ele sabe sobre filosofia. Essa, ele explica, é a única maneira de entender o mundo em que ela vive.

Tudo isso vem acompanhado de acontecimentos que parecem cientificamente impossíveis, como conseguir ver a própria imagem no espelho piscar com os dois olhos ou ver de verdade Sócrates e Platão. Por ser um livro baseado em filosofia, entretanto, promete (e cumpre) explicar tudo no final, quando Sofia e Alberto Knox escapam de Albert Knag.

A explicação é que Albert Knag é o autor de um livro chamado "O Mundo de Sofia", onde Sofia e Alberto são dois meros personagens. Ele dá esse livro à Hilde como presente de aniversário. O autor faz com que seus personagens tomem consciência de sua condição e baseado em conhecimentos filosóficos Sofia e Alberto são capazes de transcender a própria realidade do "autor". "O mundo de Sofia" é um exemplo de metaficção.

Ligações externas

sexta-feira, 11 de maio de 2012

TEMA: A GRANDE LIÇÃO DE ESPERANÇA DA "BALSA DE MEDUSA"

A mensagem a seguir foi adaptada de um texto, de autoria desconhecida. É muito interessante para reflexão quando a pessoa está passando por situações de tristeza, de depressão, de desespero, de desesperança, de falta de ânimo para viver.

Caso você conheça o autor do texto original, no qual o texto a seguir foi adaptado, favor informar para que a autoria seja colocada neste texto.

Na história da humanidade há certos acontecimentos que podem contribuir para uma reflexão sobre a esperança e alegria de viver e para se ter coragem para enfrentar as dificuldades da vida.

 

Em 2 de julho de 1816 uma fragata francesa "A Medusa" encalhou próximo à costa de Marrocos e naufragou.
Não havia número suficiente de botes salva-vidas. Os restos do navio foram a única balsa que manteve 149 pessoas vivas.
A tempestade os arrastou ao mar aberto por mais de 27 dias sem rumo.

A dramática experiência dos sobreviventes impressionou muito ao pintor, Theodore Gericault e ele realizou um estudo profundo dos detalhes do naufrágio para produzir esta pintura. Ele entrevistou os sobreviventes, os enfermos e inclusive viu os mortos. Horrorizado, reproduziu a íntima realidade humana nesta situacão, pintando o quadro "A Balsa de Medusa".

Esse quadro, "A Balsa de Medusa”,de Theodore Gericault, é a pintura de um acontecimento que comoveu a França. O naufrágio do navio “A Medusa” trouxe repercussões que tocaram o mais profundo da alma humana.

No quadro, pode-se observar as diferentes ATITUDES HUMANAS que se manifestam nos momentos cruciais da vida, naqueles momentos difíceis, uns se deixam abater, em desânimo, mas outros não desanimam e agitam panos na esperança de serem vistos por algum navio. E esse quadro leva a uma reflexão: e se você estivesse naquela situação do naufrágio, em que lugar você  estaria nessa pintura? Quantas vezes cada um de nós atravessa situações difíceis? E como cada um enfrenta as dificuldades?

 

Não acreditamos que haja solução?

Duvidamos de tudo e de todos?

Ficamos inertes como derrotados e entregamos todas as nossas forças?

 

Ou procuramos manter alguma esperança , qualquer que seja ela, mesmo que a situação vivida não mostre nenhuma esperança?

Ou ainda procuramos fazer alguma coisa, qualquer coisa, pára tentar mudar a situação?

ESPERANÇA é decidir pela vitória em cada circunstância que a vida nos  coloca. Esperança é acreditar que a situação negativa que se está vivendo, será superada e melhores situações virão, alcançando o objetivo, uma nova situação positiva. Esperança é considerar a situação negativa que se está naquele momento, como "passageira" e com fé, olhar para um futuro melhor.

Por isso, não se deixe ficar sem ânimo, desanimado, desiludido da vida! Mude suas ATITUDES frente aos acontecimentos de sua vida! Vamos lá, faça alguma coisa, agora! Você consegue mudar! Você conseguirá encontrar, de novo, a alegria de viver, a esperança, o entusiasmo...

Que você tenha sucesso em sua caminhada e diga, com entusiasmo: Hoje é o primeiro dia feliz do resto de minha vida! Hoje estou começando, com alegria, vivendo o aqui e o agora de uma nova situação, de um novo dia. Agora estou com um novo sentimento positivo, com vontade de viver...

Obs. Outras mensagens de esperança, de alegria de viver, de entusiasmo, para superar tristezas, depressão, reveses da vida e desilusão emocional, você poderá encontrar no livro "Para um novo amanhecer", de Antonio de Andrade, livro encontrado somente pelo site www.editora-opcao.com.br

terça-feira, 1 de maio de 2012

Pensamento do dia!



"Não ser ninguém-a-não-ser-você-mesmo,
num mundo que faz todo o possível,
noite e dia,
para transformá-lo em outra pessoa
significa travar a batalha mais dura
que um ser humano pode enfrentar
e, essencialmente, jamais parar de lutar."

E. E. Cummings

sábado, 29 de outubro de 2011

E quando o amor acaba?

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“Mas, como um amor tão grande como o nosso acabou deste jeito?”
Simples, acabando igualzinho uma porção de coisas que acabam: por desgaste!
A maioria dos relacionamentos que chegam ao fim, quem está deixando alguém acaba fazendo de tudo para justificar porque está partindo. Porém, aquele que foi deixado recebe explicações que está sendo deixado e não se conforma de jeito nenhum, mesmo com a melhor e mais clara explicação. O mais difícil no fim de um relacionamento é admitir que tudo acabou. Daí resta a dúvida: Por que??? Talvez pelos beijos não dados, de tantos momentos deixados pro lado, de tanto monólogo de ambas as partes, o amor não resistiu e morreu! Afinal…é isso que o alimenta!
Muitas vezes o amor assiste à própria morte. Algumas vezes, ele grita por socorro mas as pessoas se fazem de surdas. Há pessoas que insistem simplesmente porque não querem admitir o fim. Mas a vida não acaba quando morre um amor. Ela simplesmente passa por uma mudança que, como todas, é freqüentemente dolorida. Resistimos às mudanças porque tememos o desconhecido.
O que geralmente acontece é que duas pessoas começam um relacionamento, ambas querendo se sentir bem, e ambas mantendo o outro como responsável pela forma como se sentem. Acho isso estúpido!!
Um culpa o outro e ninguém se sente feliz. Ao passo que um acaba decidindo o futuro desse relacionamento,

Nenhum amor acaba de uma hora para outra. Nem sempre percebemos os sintomas desse fim, que avisam que algo está errado. Estamos tão apaixonados, tomados pela sensação, de, finalmente depois de tantos tropeços no caminho, os (as) ex, estamos amando alguém intensamente.
Ignoramos que a pessoa, a quem entregamos o nosso amor, mudou!
Sabemos que algo está errado, mas, para não querer sair do mundo mágico, que estamos vivendo, ignoramos de propósito os sinais.
Não notamos os olhos distantes, sua ausência, seu silêncio. Fingimos que está tudo bem. Afinal, amamos tão profundamente e estamos tão felizes, que é insuportável pensar que a outra pessoa não esteja sentindo a mesma coisa por nós.
Veja abaixo alguns desses sinais e fique atento (a)…

- O amor acaba quando acaba o sexo. Você não quer mais ter relações sexuais com seu companheiro(a), não sente mais desejo e muitas vezes sente até nojo. 
- Não se importa com o outro, não quer saber da sua vida, o que anda fazendo, quais são suas aspirações…
- Quando saem juntos, brigam o tempo todo. Os desentendimentos são uma constante na vida de vocês.
- O pior dos sintomas é quando o casal não conversa mais entre si, o silêncio toma conta de tudo e vocês não sentem vontade alguma de compartilhar seus momentos um com o outro.
- Outro sinal gravíssimo: de repente você começa a olhar para os lados e passa a notar outros(as), sendo que você nunca foi infiel, se isso ocorre algo muito errado em seu relacionamento se instalou.

Então, num belo dia, nosso mundo todo desaba. A pessoa toma coragem e diz que não nos ama mais. Que não é isso que quer. Que não corresponde plenamente aos nossos tão intensos sentimentos.
Parece um sonho ruim.
Como que não percebemos antes?

A primeira sensação é de desespero. O chão some, o corpo treme e o coração quase pára de bater. O ar some e achamos que vamos morrer de tanta dor. Tudo perde o sentido. A vida se torna cinzenta, e nada, nada, pode aliviar esta sensação horríííííível!
E agora? O que fazer com o que sonhamos juntos? O que fazer com os tantos planos? Num primeiro momento tudo parece acabar. Mas, logo percebemos que nada podemos fazer. Ligamos, implorando para que reconsidere. Mas a pessoa está decidida….você percebe que não tem volta!!
Quando a ficha cai, a verdade nos atinge com o poder de uma lâmina, dentro do coração, e arranca todo e qualquer vestígio de esperança. E, como sonâmbulos, passamos a vagar pelos dias e noites que se seguem. Chorando, sem sentir fome, sem ter noção das horas.
Os dias passam, e então, os sentimentos confusos, que vão desde a mágoa profunda, até a raiva mais intensa, derramam também a culpa dentro da gente.
Passamos a achar que o erro está em nós. Que poderíamos ter feito mais. Que não somos bons o suficiente, ou ainda, que não merecemos ser amados,
Esta é a coisa mais injusta que fazemos com nós mesmos. Mas, faz parte do processo. MAS PASSA! ACREDITE NISSO!

A saudade começa a pesar, e o vazio nos avisa que precisamos tomar uma atitude. Perdemos uma parte de nós mesmos, mas precisamos recomeçar por alguma ponta. Jogar-se de corpo e alma dentro dos afazeres, trabalhar muito, ocupar a mente, para evitar pensar é a estratégia mais usada

Agora, a coisa mais idiota que algumas pessoas fazem para preencher esse vazio, é sair de balada, beijar todo mundo que vê pela frente e tentar convencer o mundo todo que está feliz, que desencanou, e colocar no Orkut ou Msn a frase mais imbecil que já li: Solteira sim, sozinha nunca!!!!
Como dizia o saudoso Renato Russo: “Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira”

Me poupe….

E depois de algum tempo (cuidado com esse tempo, seja rápida(o)), a dor finalmente dá uma pequena trégua. Aos poucos, começamos a sorrir novamente. Passamos, mais uma vez, a prestar atenção aos detalhes da vida, e despertamos lentamente, desse estágio de hibernação da alma, que ficou mergulhada na dor.
Erros? Não houve erros. Faltou foi sintonia. Não era para ser. Por mais amor que doássemos, não foi para a pessoa certa. Então, meio a contragosto, olhamos para trás. E lá está escrito, que esta pessoa era muito diferente do amor que imaginávamos. Não era tanto amor assim, hahahahahaha!!

Foi sim, algo maravilhoso que vivemos, mas passou. Foi válido para o nosso crescimento pessoal. Talvez nos mostrou a NOSSA GRANDE CAPACIDADE DE AMAR. Como temos um coração lindo! hehehehe

Temos que encarar como uma lição que deve permanecer. Somos tão plenos de sentimentos! E, neste Universo tão intenso de almas lindas, deve ter alguém, em algum lugar, sonhando exatamente com alguém como a gente. E se chamarmos?

Hum, quem sabe! Vamos pensar positivo, nos enfeitar lindamente,  e ESPERAR. Tenho certeza absoluta, que em alguma curva da estrada, estará esperando por nós, o NOSSO GRANDE E VERDADEIRO AMOR!

E quando isso acontecer…ame intensamente!!!

domingo, 21 de agosto de 2011

O dia depois de ontem

Abrindo a temporada de textos do blog post-férias, nada como reflexões sobre o dia depois de ontem (ou seja, hoje!)


Nada como a perspectiva do hoje para que façamos o amanhã...

É comum no dia a dia de nossas vidas a gente se deparar com a necessidade de escolher. Todo o tempo temos uma escolha para fazer. Aliás, a vida por si só é uma escolha (apesar de “arte do encontro”).
As escolhas, por mais insignificantes que venham a se mostrar, são sempre atitudes. Ora, se a vida é escolha e escolha é uma atitude, temos que a vida é atitude. Assim se a vida é atitude, a falta dela é quase a morte.
De nada vale respirar se a única mudança na vida se deve ao movimento involuntário de rotações e translações da nave global. Os que assim se esperam, fazem-se vegetais de si próprios, parasitas de um espaço desocupado na presença ausente de si mesmos.
O fato é que como bem disse Maria, quem quer alguma coisa tem que fazer alguma coisa. E a vida se baseia em querer, porque os mais radicais poderão alegar que a própria indiferença é uma atitude e, então, a vida também será indiferença.
Mas não há como se gratificar e congratular consigo ao viver uma vida indiferente. Tampouco se sentirá o prazer de causar orgulho ou admiração naqueles que queremos bem e aos quais queremos o melhor.
Pelo contrário, a indiferença avilta o espírito manso que sempre anseia pelo amanhã mais solidário, em um futuro mais benevolente aos que ainda hoje sofrem.
Há que se construir o próprio futuro sem esperar que ele aconteça à nossa revelia. Precisamos tomar as rédeas do nosso destino, sob pena de, inertes em nossa descaminho, percebermo-nos lançados numa longa queda que se estende, ela sim, indiferente ao nosso medo e a nós.
Ora, quem quer algo novo precisa fazer algo novo. Não me adianta viver o dia seguinte em repetição ao dia anterior. Antes, precisamos despertar o que haja de empreendedor e desafiante no que é nosso para que, o depois seja mesmo melhor do que o antes se mostrou.