domingo, 29 de abril de 2012

Jaga de Órion


Jaga de Órion
オリオン星座のジャガー
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Cavaleiro de Prata

Jaga de Órion (オリオン星座のジャガー, Orion no Jagā) é um personagem da série Os Cavaleiros do Zodíaco, de Masami Kurumada.

Origem do Nome

(Jäger) Do alemão, Batalha; Guerreiro.

Histórico

Jaga foi considerado o cavaleiro mais poderoso de todos os tempos, e encontrou uma glória incomparável. Após sua morte, quando seu nome foi esquecido, sua alma é tingida com amargura, então, quando a deusa Éris propôs a ressurreição, aceitou para recuperar a glória do passado.
A armadura de Órion.
O homem que era "o cavaleiro mais poderoso que já existiu" aparentemente esquecido sua honra, vendendo sua alma a Éris. Enfrentou Ikki e Seiya e acabou sendo derrotado pelo cavaleiro de Pégaso usando a armadura de ouro de Sagitário. Em seu último suspiro dedica umas palavras para felicitar aos cavaleiros de Bronze por ser os verdaderos defensores de Atena.

Habilidades de Luta

O Choque Megatômico de Meteoros de Jaga
Choque Megatômico de Meteoros (メガトンメテオクラッシュ, Megaton Meteo Kurashu, do inglês "Megaton Meteor Crash"): Jaga salta, se elevando muito alto pelos ares e vai em direção do seu alvo, fazendo girar em uma super velocidade o seu corpo, pela concentração de cosmos o corpo de Jaga começa adotar a aparência de uma bala de canhão ou de energia violeta, caindo e projetando-se como um cometa a toda velocidade sobre seu inmigo, e o atinge fatalmente com um chute impulsionado pela sua grande agilidade e força capazes de estraçalhar a armadura e o corpo do inimigo.

Contra-reforma


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A Europa do período Moderno sofreu várias e notáveis  transformações: os descobrimentos e colonização de terras até então desconhecidas, a invenção da imprensa, desenvolvimento da ciência (revolução científica), maior procura de conforto, entre outras. Politicamente a Europa também mudou, na medida em que muitos monarcas começaram a governar de forma absoluta, ou seja surgiu o absolutismo. Mas as transformações não ficam por aqui, a nível religioso, e influenciada por todas as outras transformações, a unidade do cristianismo desapareceu sem nunca mais ter tido oportunidade para se recuperar.O movimento da Contra-Reforma foi um dos marcos mais importantes deste período: a resposta da Igreja Católica ao aparecimento de novas religiões. O papado viu o seu poder territorial e influência diminuírem, daí a resposta ser urgente.O que vamos tentar fazer neste trabalho é mostrar, de forma muito geral, em que consistiu a reacção Católica. Começaremos por descrever as causas que  a provocaram, sem nos alargarmos demasiado pois não é esse o tema central do nosso trabalho. Os instrumentos utilizados e os seus objectivos serão tratados de forma mais cuidada, tal como os efeitos que este movimento conseguiu alcançar.

A Contra-Reforma

Causas da Contra-Reforma Católica

A Contra-Reforma Católica é um dos muitos temas históricos que divide os historiadores. O problema começa desde o termo usado: deverá dizer-se Contra-Reforma ou Reforma Católica?

Uma das causas da origem da Contra-Reforma no fim da Idade Média, foi peste do século XIV. Esta peste foi altamente mortal. As soluções humanas não eram suficientes, daí se procurar a ajuda divina, ou seja, aumenta o interesse pela religião. As práticas religiosas tornam-se mais pessoais e não tanto no âmbito da igreja como era habitual. As pessoas sentiam necessidade duma relação mais “próxima” com Deus.     
 Os abusos do clero começavam a ser exagerados, todos o sabiam. Algumas vozes se levantaram contra, mas nenhuma alcançou tão largas proporções como a de Lutero. Este sacerdote, em 1517, publicou 95 teses contra a prática das indulgências. De início não era seu objetivo criar uma nova religião, a sua intenção era modificar aquilo estava errado, o que saía das práticas antigas. Contudo, a Igreja Católica descomungou-o em 1520, obrigando-o a lutar de forma radical por aquilo em que acreditava. Após Lutero surgiram outros reformadores; aqueles que tiveram mais impacto foram Calvino e Henrique III. Estas novas doutrinas têm propagação e aceitação mais rápida nos países do norte da Europa, o que origina uma ruptura na cristandade.
A Reforma Protestante só teve este impacto porque muitos dos Estados europeus estavam interessados num afastamento do poder papal sobre eles. As próprias pessoas tinham necessidade de uma nova forma de religião, ou de uma mudança na igreja.
 Por volta de 1540 a Igreja Católica reage a todas estas situações que a faziam perder estados para o protestantismo. A Contra-Reforma serviu também para revitalizar a Igreja. Os instrumentos utilizados, seus objetivos e consequências vão ser tratados em seguida.
 
Instrumentos da Igreja Católica 
Só quando o papa Paulo III assumiu a liderança da Igreja Católica foram criados os meios necessários para iniciar a contra-reforma e combater as fortes influências protestantes, verificadas sobretudo nos países do norte.
 A contra-reforma tinha como objetivo principal a reafirmação do dogma, do culto tradicional e a reconversão de fiéis, mesmo que de forma forçada. Para isso foram instituídas reformas internas (instituídas no Concílio de Trento, em 1545), medidas repressivas (caso do Index e da Inquisição) e medidas de evangelização (Companhia de Jesus).
Tudo isto provocou notáveis mudanças na vida e hábitos da Igreja, que, por sua vez provocou mudanças políticas e sociais.  
 
·         Companhia de Jesus
A Companhia de Jesus é uma das ordens religiosas que foi criada nesta altura pela Igreja Católica. Merece um tratamento e importância especial porque teve efetivamente maior impacto que as outras ordens.
Inácio de Loiola, fundou esta ordem em 1534. Conseguiu o reconhecimento do Papa Paulo III (bula pontifícia) em 1540. Esta bula definia as principais tarefas dos jesuítas: confissão, ensino e pregação. Os membros deviam lealdade ao papa e à companhia em geral (para além dos votos de pobreza, obediência, castidade), ou seja são devotos para com o papa. Obedecem a uma preparação muito rigorosa.
Tinham como objetivo recuperar antigos católicos perdidos para o protestantismo ou paganismo. Ao mesmo tempo que levavam a Igreja até às pessoas, faziam com que elas voltasem para a Igreja. Faziam isso através de missões. Os missionários estavam aptos para converter e também para instruir aqueles que já tinham fé. Oferecem uma forma rápida de chegar a Deus, o que acaba por ser exatamente aquilo o que as pessoas procuravam. A melhor forma de trazer os países e mantê-los na religião católica era atrair a atenção e devoção de reis e nobres.
Dão especial atenção à instrução. Tornam-se um tipo de educadores muito especial. O ministério do ensino toma maior importância a partir de 1547, acabando por se tornar a tarefa principal destes eclesiásticos regulares. A partir desta data multiplicam-se os colégios e universidades jesuítas por toda a Europa. A sua pedagogia tinha a disciplina em grande linha de conta. Estava aberta não só às ciências como também ao teatro. Tentavam opor o catolicismo romano à expansão protestante.
Os jesuítas tornaram-se um organismo internacional com extrema importância para o movimento da Contra-Reforma. Após o Concílio de Trento foram eles que difundiram a sua mensagem. Combatiam as igrejas protestantes no campo das ideias através da evangelização.
A Companhia de Jesus esteve presente nos movimentos de colonização portuguesa e espanhola. A sua função era evangelizar os colonos. O movimento mais famoso foi na América do Sul, tanto no Império Brasileiro como no Brasil português. Francisco Xavier estabeleceu missões na Índia, Japão, interior da China e na costa de África. 
 
·         Inquisição e Index - Repressão
  Em meados de 1542 dá-se início a uma terrível repressão. Por esta época o papa Paulo III restabelece o tribunal da Santo Ofício, mais vulgarmente conhecido como Inquisição. Este visava proteger a religião e salvar as almas dos homens (mesmo que esses não o quisessem). Os funcionários desta instituição estavam seguros daquilo que estavam fazendo, para eles Deus concordava com aquilo que faziam.
  A Inquisição foi, fundamentalmente, uma instituição espanhola que antecedeu a contra-reforma. O seu método consistia em julgar os suspeitos que eram denunciados através de testemunhas anónimas. Usavam torturas para tentar arrancar uma confissão do  réu, que normalmente confessava mesmo sem ter cometido crime algum. Mal o réu confessava era ou entregue  ao Estado ou sentenciado à morte na fogueira. Isto traduz-se na concordância entre o Estado e a Igreja. O Estado usava este meio para se livrar dos seus inimigos políticos ou simplesmente das pessoas que contestavam as suas decisões. Este instrumento foi o mais negativo e aterrador da Contra-Reforma.
Paulo IV fez publicar o Index dos livros proibidos. A heresia é, por vezes, fruto da leitura. Como tal organiza uma lista de livros expressamente proibidos para todas as pessoas, ou melhor, para todos os católicos (só tinham poder sobre eles). Esta lista estava dividida em: autores (como Erasmo), autores cujos livros eram condenados individualmente e livros com doutrinas prejudiciais. Todos aqueles que fizessem que fossem denunciados por ter livros condenados em casa (mesmo que não os tivessem) eram torturados pela Inquisição.
Estas medidas limitaram, durante vários anos, a liberdade de pensamento e comunicação, ao mesmo tempo que representou um bloqueio cultural.
  • Concílio de Trento
O Concílio de Trento iniciou a reforma geral interna da Igreja Católica, funcionando como um dos vários instrumentos de ataque à Reforma Protestante. Era formado por padres e teólogos com exclusão dos protestantes, estava assim longe de ser assembleia democrática como Lutero pretendia.
  Este campo institucional que era o concílio, apresentou três fases: a primeira fase (1545-1547) que foi endereçada sobretudo aos problemas doutrinais eclesiásticos, referidos pelos protestantes, fase que é interrompida por um confronto político entre Paulo III e Carlos V; a Segunda fase (1551-1552) atribui particular atenção aos sacramentos e finalmente a terceira fase (1561-1563) introduz as questões disciplinares eclesiásticas.
  No século XVI, os problemas do clero condicionavam toda a sua atividade, viviam na mais completa ignorância, logo, esta realidade tornou-se uma das condições essenciais de uma reforma clerical.
Os principais objetivos do Concílio de Trento passavam pela definição dos dogmas católicos e reforma interna da Igreja. A ideologia católica pressupunha  a afirmação do livre arbítrio, a prática dos sete sacramentos, a adoração da virgem e dos santos (ao contrário dos protestantes) e o culto com o cerimonial apropriado (missas, procissões, etc.).
  Para uma preparação mais cuidada do clero  a nível espiritual e cultural, o papado introduz a reforma disciplinar. A formação intelectual dos futuros padres tinha como base os seminários e universidades. De acordo com a norma disciplinar, os clérigos devem dedicar a sua vida ao serviço de Deus, os bispos não podem acumular dioceses, restringindo-se na área da sua jurisdição, devem visitar periodicamente as paróquias  e examinar os candidatos ao sacerdócio e somente os sacerdotes podem ter acesso aos bispados. Os párocos também devem viver na respectiva paróquia e estão proibidos de exigir dinheiro para administração dos sacramentos, vivendo da pregação da palavra divina.
O Concílio de Trento tem o objetivo de despertar a religião tradicional e reafirmar o dogma na sociedade clerical. A Igreja Católica vivia fechada sobre si própria, não tinha contato direto e solidário com a população, o movimento protestante serviu para acordar o catolicismo para a sua verdadeira essência.
Contudo, a Igreja não soube orientar-se, pois caminhou por vias mais repressivas e violentas para afirmar a sua autoridade. 
 
Efeitos da Contra-Reforma
As consequências da Contra-Reforma católica oscilaram entre fatores positivos e negativos.
Como pontos positivos, pode-se afirmar que a doutrina católica apareceu mais definida, interna e externamente a Igreja ganhou mais vida, com inovações políticas e sociais. Houve o nascimento da arte barroca na Itália, que se caracterizava pela imaginação, invenção, suntuosidade e contrastes, opondo-se à austeridade do protestantismo; esta forma de expressão tem repercussões pela Espanha, França Alemanha e Europa Central. Desenvolveram-se organizações como a Companhia de Jesus, que fomentou missões pacíficas de carácter evangelizador nos povos orientais e ameríndios, de alto relevo educacional.
Mas, os fatores negativos tornaram-se tão graves que se sobrepuseram aos positivos. Foram empreendidas medidas de repressão e violência como a Inquisição ou Santo Ofício e o Index. Para reconquistar os territórios perdidos para os protestantes, o Papado inicia perseguições violentas.
Mesmo no Concílio de Trento, não houve um verdadeiro diálogo entre católicos e reformistas; no meio educacional, a falta de professores e a indiferença eram grandes. Somente os jesuítas podiam ser considerados intelectuais, os quais foram vítimas do seu próprio autor, a Igreja, que pressionada pelo poder das monarquias, aboliu a Companhia de Jesus.
A Igreja tornou-se símbolo de terror e medo entre a população, todo o aparato espiritual tinha-se perdido. Apesar das reformas disciplinares e dogmáticas, o seio eclesiástico vivia atrofiado, sempre com receio da repetição do acontecimento de Constança e Basileia. Na sua procura cega de eliminar rapidamente o movimento protestante e preservar o espírito católico, o Papado mergulha sobre medidas mais violentas e perde-se num vasto mar de sangue, mar e crueldade.

Maias, Incas e Astecas

Os Maias



A sociedade maia vivia na região que hoje compreende o sul do México, a Guatemala e a Península de Yucatán. Os indícios apontam que por volta de 900ª.C. os maias já estavam estabelecidos ali.
Politicamente, os maias se organizavam em cidades-Estado que se caracterizavam como centros religiosos. As cidades-Estado mais importantes eram Palenque, Tikal, e Copán. A base da economia era a agricultura, sobretudo do milho, considerado um alimento sagrado. As práticas, agrícolas eram rudimentares, com a utilização de instrumentos simples e da queimada para limpar o terreno.
A parcela mais numerosa da população era formada por trabalhadores agrícolas, denominados de mazehualob. O governo era exercido por um monarca, que tinha vários auxiliares nas funções religiosas, administrativas e militares. A monarquia era hereditária e tinha caráter religioso.
A religião era um traço marcante dessa sociedade. Os maias acreditavam que a vida era dirigida pelos deuses era representada por elementos naturais como o Sol, a chuva ou o vento, mas acreditam também em um deus criador do mundo, que chamavam de Hunab. Os maias usavam uma escrita hieroglífica cujos sinais pictográficos e símbolos representavam as silabas. Tinham amplo conhecimento de astronomia, que usavam para prever eclipses e observar os movimentos dos astros. Criaram um calendário com ano de 365 dias, dividido em 18 meses de 20 dias, aos quais se somava, mais 5 dias para completar o ciclo solar. Na matemática estabeleceram um símbolo para o zero.
A partir do século IX d.C., as cidades do sul começaram a desaparecer, progredindo até a chegada dos espanhóis, fato que provocou uma trágica mudança na história daquele povo.

  Os Incas  Os incas formaram um vasto império que ocupava a região que hoje corresponde à Bolívia, ao Peru ao Equador, a parte do Chile, chegando até a Argentina. As terras do Império Inca iam dos Andes até o litoral do Oceano Pacífico.
No início de sua formação, organizavam-se em tribos que compunham uma confederação no Vale do Cuzco. As disputas com povos vizinhos criaram nos incas o impulso imperialista. Na primeira metade do século XV começou a expansão inca. A justificativa usada para avançar sobre as terras alheias era a de levar aos povos que eles consideravam selvagens uma cultura mais avançada. Ironicamente, no século seguinte, os europeus dominaram a América usando o mesmo argumento.
A fim de manter o controle sobre os povos dominados, os incas desenvolveram um eficiente sistema de comunicação entre várias partes do Império. Esse sistema consistia na construção de uma rede de estradas e na manutenção de postos de informações percorridos por vários mensageiros, que passavam noticias de um posto a outro O império era politicamente dirigido pela cidade de Cuzco, que os incas acreditavam ser o centro do mundo.
A exploração das províncias era feita por meio do trabalho familiar. Cada família recebia um lote de terra para cultivar, além da obrigação de prestar serviços nas terras do kuraka, que era o chefe da comunidade. A prestação de serviço na terra do kuraka era chamada de mita.
O império Inca era formado por numerosas comunidades agrícolas, os chamados ayllus, e seu líder máximo era o Inca, considerado filho do Sol, e que na sua tarefa de governar, era auxiliado pelos Kuracas. A sucessão imperial não era hereditária: quando o Inca morria, os nobres lutavam entre si para definir quem seria o novo rei. Os espanhóis aproveitaram-se de um desses momentos de disputa pelo poder, travada entre Atahualpa e Huàscar (coincidentemente os dois nobres eram filhos do Inca Huyana Kápac), para estabelecer sua dominação sobre aquele Império.
Todas as famílias tinham a obrigação de pagar tributos em espécie ao Inca, o que servia para sustentar a sua família e uma aristocracia formada por religiosos e militares. O sistema de pagamento de impostos retirava dos agricultores uma expressiva parte dos alimentos que deveriam servir para o seu sustento. Aliada a essa exploração, a dominação política exercida pelo Inca e por seus exércitos provocava freqüentes rebeliões dos povos dominados. Quando havia revoltas, a repressão era imediata. As comunidades muito rebeldes eram transferidas para outras regiões como forma de castigo. 

 Os Astecas  Os astecas criaram uma civilização com fortes traços urbanos. A capital, Tenochtitlán, possuía uma vida muito movimentada, um ativo centro de comércio, muitas construções que abrigavam a administração pública e vários templos e pirâmides dedicadas aos diversos deuses cultuados por eles. Tenochtitlán representava o poderio asteca de tal forma que os espanhóis, no processo de conquista da América, transformaram a cidade em ruínas e construíram sobre elas a Cidade do México, a fim de que não restasse um traço sequer da importância e do poder que a cidade havia representado.
Quando os espanhóis chegaram a América ,a civilização asteca ocupava um região que se estendia da atual Guatemala até o México, e do Oceano Pacífico até o Golfo do México. As riquezas acumuladas pelos reis astecas surpreenderam os espanhóis e foram, evidentemente, um dos maiores motivos para a destruição daquela civilização.
Os astecas migraram para o Vale do México no início do século XIII. Posteriormente fizeram uma aliança com os habitantes de duas outras cidades, Texcoco e Tlaconpán, e passaram a praticar uma política imperialista de conquista das regiões vizinhas. Aos poucos, Tenochtitlán foi ganhando importância, sobrepôs-se às outras duas cidades e tornou-se a capital do Império Asteca.
O controle sobre as regiões dominadas era feito por meio de uma poderosa força militar que garantia a submissão dos outros povos e o pagamento dos tributos devidos ao imperador asteca. Foi graças a essa exploração econômica que os governantes conseguiram acumular os tesouros que foram pilhados pelos espanhóis.
O governo era exercido por um monarca denominado de Tlatoani, eleito pelos membros da camada dominante (militares funcionários do alto escalão da administração pública e sacerdotes). Após a eleição, o novo rei tinha o seu poder sancionado pelos sacerdotes, que conferiam a ele um caráter divino. Também no Estado asteca, política e religião articulavam-se de forma a garantir que o poder não fosse questionado. O expansionismo asteca resultou na formação de uma sociedade guerreira, que dava grande valor à hierarquia e cujo chefe supremo era, também, um líder militar.
A população pobre era formada principalmente por trabalhadores agrícolas que tinham o direito de explorar um lote de terra, com o compromisso de pagar tributos ao Estado. As crianças tinham escolas e havia a possibilidade de ascensão social para os que quisessem entrar para o exército ou para o clero.
Como habitavam uma região pantanosa, os astecas desenvolveram um sistema de cultivo em plataformas, denominadas chinampas, que eram construídas na superfície dos lagos, utilizando-se o lodo e as plantas aquáticas. A fim de viabilizar o uso das plataformas foram construídos diques e canais para controlar as águas.
Os astecas praticavam a escravidão, mas essa prática era bastante diferente daquela introduzida na América a partir do século XVI pelos colonizadores. O escravo poderia ser um prisioneiro de guerra, ou alguém que não fosse oferecendo a si próprio. Mas a escravidão era, em geral, temporária. Após a quitação da divida por meio da prestação de serviços, a pessoa readquiria a sua liberdade. Os filhos de escravos nasciam livres e, além disso, era possível comprar a liberdade com certa facilidade.
A intensa atividade urbana foi responsável pela constituição de uma camada média, formada por comerciantes, artesãos e funcionários públicos.
Os comerciantes eram denominados de pochthecas e, graças ao seu trabalho, podiam acumular grandes fortunas. Porém, mais que a riqueza material, a grande fonte de poder no Império Asteca era o Estado. O grupo que realmente exercia o poder era formado pelo Tlatoami, pelos sacerdotes, militares e membros do alto escalão do serviço público.
A mitologia asteca previa o retorno à Terra dos deuses que haviam criado a vida. Quando os espanhóis chegaram àquela região foram confundidos com deuses e, por causa disso, recebidos com honrarias pelos astecas, que aceitaram se submeter à dominação dos colonizadores. Quando entenderam que pessoas tão cruéis não poderiam ser deuses, era tarde demais: os conquistadores já haviam se apoderado do Império.

Saint Seiya Ω


Oi Gente, hoje teve em São Paulo a pré-estreia do novo anime Saint Seiya Ω.  A nova série foi transmitida via satélite do Japão para os fãs do anime no Brasil e segundo algumas informações o primeiro episódio agradou muitos fãs do anime que estavam presentes no evento. A abertura do novo anime é pegasus fantasy, mas com um arranjo musical diferente.
Confirem algumas imagens do primeiro episódio:

Mais informações sobre o novo game do Cavaleiros dos Zodiaco

A Zap Games, responsável pelo lançamento no Brasil do jogo Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário (Saint Seiya Senki) para Playstation 3, comentou a respeito do cancelamento da edição especial que seria lançada por aqui. Segundo a empresa, a Namco Bandai informou que a grande procura dos japoneses por esta versão acabou rapidamente com o estoque e a produtora não deu nenhuma posição sobre uma nova tiragem, e isso acabou afetando a vinda do produto para o Brasil. Caso o público tenha alguma dúvida sobre o jogo, é possível falar com a Zap Games diretamente através de suas páginas no Twiiter e Facebook.
Quanto a criticada capa do título, a Saraiva fez uma pequena alteração e inseriu um selo que mostra que o game acompanha um DLC do Seiya usando a Armadura de Ouro de Sagitário. O jogo está em pré-venda por R$ 179,90.


Noesis de Triângulo

Noesis
ノエシス
Noesis face.jpg
Cavaleiro de Prata
Noesis de Triângulo (三角座のノエシス, Toraianguru no Noeshisu, onde "Toraianguru" é uma leitura forçada para os Kanjis "三角座", que normalmente seriam lidos como: "Sankakuza")
Noesis é um dos personagens do Episódio G, de Megumu Okada.

Histórico

Noesis era o Cavaleiro de Prata da Constelação de Triângulo. Dito ser um ótimo e forte cavaleiro, ele treinou o Cavaleiro de Bronze Retsu de Lince, nas regiões próximas ao Santuário.
Quando os Titãs acordaram, Noesis morreu lutando contra um monstro mitológico: uma das Górgonas, onde tem seu corpo petrificado parcialmente, até atingir a morte plena na frente de seu pupilo Retsu.
Noesis aparece uma única vez no mangá Episódio G.

Habilidades

Tritos Spragisma
 
Selo dos Três Mundos (三界封印、トリトス・スプラギスマ. Onde os kanjis "三界封印" são romanizados como Sangai Fuuin, o que significa "Selo dos Três Mundos", e os kanas "トリトス・スプラギスマ" são romanizados como Toritosu Supuragisuma, que significa "Terceiro Selo" e vem do grego "τρίτος σφράγισμα"). O "Tritos Spragisma", também chamado de " A Terceira Edição do Selo", sela a existência do adversário no passado, presente e futuro e possui o formato de um triângulo, como na constelação protetora do cavaleiro.

聖闘士星矢戦記 Saint Seiya Senki Moero Cosmo! Big Bangs HD 720p Blackmagic Intensity Shuttle